Ecclestone: "A Fórmula 1 não é uma dádiva de Deus"

terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Bernie Ecclestone alertou os países europeus para a necessidade de se fazerem alguma coisa, pois não vê qualquer problema em levar os Grandes Prémios de F1 para outros pontos do globo.

"A próxima meta é a Rússia e depois temos Nova Iorque. Há tantas situações pendentes que nem dá tempo para pensar na reforma. Austin foi fenomenal. Todaos concordam que a F1 está de volta aos Estados Unidos. Talvez agora os europeus acordem, em vez de pensarem que isto é uma dádiva de Deus. Se fizerem o seu trabalho, ficaremos com todo o prazer", disse Ecclestone, em entrevista, ao site oficial da competição.

Questionado sobre se Sebastian Vettel (Red Bull-Renault) pode bater o recorde de Michael Schumacher, que venceu sete campeonatos do Mundo, o detentor dos direitos comerciais da F1 considerou que é "difícil":

"Vettel ainda nem está a metade. Será uma questão de ver como será a sua equipa e a dos outros. Schumacher ganhou cinco vezes pela Ferrari porque a equipa trabalhou melhor que as outras. O mesmo se passa com a Red Bull atualmente. Vamos ver."

Com 82 anos, Ecclestone ainda se considera um amante do seu desporto:

"Continuo um fã da Fórmula 1, é o meu bebé e quero continuar a cuidar dele. Mas, mais tarde ou mais cedo, vamos ter de arranjar uma 'babysitter'."

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