Renault cogita incluir Kubica no time com temporada em andamento 13 de novembro de 2011 • 10h02 • atualizado às 10h12

domingo, 13 de novembro de 2011

O chefe da Lotus Renault, Eric Boullier, disse neste domingo que fará o que puder para que Robert Kubica retorne à equipe na temporada 2012, mesmo que isso signifique incluí-lo no time com a temporada em andamento.

"O que eu sei ultimamente é que ele não pode se comprometer a nenhuma data, então temos que discutir um plano de comunicação. Obviamente, o queremos de volta", disse ao site da revista inglesa Autosport, não se preocupando com uma data aleatória.

"E se tiver que ser durante o meio do ano, por que não? Existem certas condições que temos que discutir, e eu preciso conversar com o seu empresário (Daniele Morelli) pois, uma vez que ele saiba que não conseguirá voltar, ou aconteça qualquer situação, a gente precisará se comunicar", acrescentou.

Recentemente, Boullier colocou como limite o mês de outubro para o polonês - que se recupera de um grave acidente sofrido em um rali na Itália, em fevereiro -, mas o piloto não pôde dar um parecer sobre seu quadro de saúde. O dirigente, por sua vez, insiste que não está preocupado e que tem muitas opções para seu time, mas que Kubica poderia ter dito mais sobre si mesmo.

"Se ele não quer conversar com ninguém, o que eu posso dizer? Não teve nenhum problema no plano de comunicação do mês passado. Acho que o problema foi que outubro era o mês chave para ele dar certeza de que poderia voltar em fevereiro. Infelizmente, acho que ele não está preparado agora", completou.

O francês também disse que o piloto terá liberdade para escolher se voltará à Fórmula 1 ou tentará correr em outra categoria. "Estamos sendo muito justos, estamos moralmente comprometidos com ele e se ele quiser pilotar em outro lugar, tudo bem. Ele faz o que ele quer. Eu não acredito que ele poderia estar em uma situação melhor do que está agora, livre", encerrou.

Atualmente, a Lotus Renault conta com o russo Vitaly Petrov e o brasileiro Bruno Senna, ambos incentivados por patrocínios. No entanto, o sobrinho de Ayrton deverá deixar a escuderia no ano que vem, tanto em função do possível retorno de Kubica quanto com a presença do francês Romain Grosjean, da GP2, forte aspirante a uma vaga no time.

fonte: terra.com.br

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