Comissários mudam grid: japonês sobe, e Bruno supera Petrov pelo número

sábado, 8 de outubro de 2011

Número nove no carro de Bruno Senna o deixou na frente de Petrov (dez) no grid de Suzuka. Foto: ReutersGraças a um detalhe que já foi relevante na Fórmula 1 e atualmente é difícil até de ser enxergado, Bruno Senna largará na frente de Vitaly Petrov no Grande Prêmio do Japão. Após o treino classificatório da madrugada deste sábado (horário de Brasília), a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) explicou que os pilotos que não marcaram tempo foram classificados de acordo com os números de seus carros.
 
Desse modo, Bruno Senna, cuja Renault leva o número nove, superou Petrov (dez) e começará a prova na nona posição. Ambos preferiram não marcar tempo para poupar pneus, assim como o alemão Michael Schumacher. O piloto da Mercedes largará em oitavo pois o número de sua Mercedes é o sete.
O japonês Kamui Kobayashi também não marcou tempo no treino classificatório, porém largará em sétimo por causa de outra regra da FIA, que privilegia os pilotos que foram à pista. Diferentemente dos três adversários, o representante da Sauber saiu da garagem e só depois resolveu abortar sua volta.
A coincidência provocada pela tática de poupar pneus para a corrida obrigou a entidade a detalhar o regulamento em seu site oficial. Os números, que já foram marcantes para identificar os pilotos, agora são pouco reconhecidos nos carros em meio às diferentes pinturas e aos inúmeros emblemas de patrocinadores.

Desde 1996, a numeração de cada equipe passou a ser definida pelo Mundial de Construtores do ano anterior, com o atual campeão sempre carregando o número um.

Quinta melhor equipe de 2010 logo atrás da Mercedes, a Renault recebeu os números nove e dez e teve o direito de distribuí-los como bem entendesse. O número mais baixo seria do polonês Robert Kubica, que não pôde participar da temporada por causa de um grave acidente sofrido em fevereiro em um rali. O nove então ficou com o alemão Nick Heidfeld, substituído por Bruno Senna há quatro etapas.

fonte: terra.com.br
Foto: Reuters

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