A Luz no fim do túnel para Bruno Senna na Renault

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Os números impressionam: a junção dos investidores luxemburgueses da Genii Capital, donos da equipe Renault na Fórmula 1, com os brasileiros do WWI Group foi anunciada como um portfólio de dez bilhões de dólares (cerca de R$ 15 bilhões) para investimento em projetos nas áreas de infra-estrutura e de imóveis no território brasileiro.

Com a entrada do Grupo Genii no Brasil, aumentam as chances de Bruno Senna correr no time em 2012. Mesmo que no fim das contas ele não leve apoio de nenhuma empresa nacional, sua presença na Renault pode ajudar a alavancar o perfil da joint-venture no país e esta é uma opção considerada por Gerard Lopez, dono da Genii.

Um porcento desse portfólio (cerca de R$ 15 milhões) seria o suficiente para justificar a presença de um piloto na equipe Renault - é o valor estimado do que o russo Vitaly Petrov leva para o time de empresas russas na Fórmula 1.

O brasileiro vem agradando à equipe no contato diário nas corridas e o trabalho realizado nos dois testes que fez com o carro atual, um na pré-temporada e outro no primeiro treino livre do GP da Hungria, foi considerado bom. E deve ganhar mais chances de andar às sextas-feiras neste ano para mostrar mais o que pode realizar se for eventualmente efetivado.

- Conheço os procedimentos da equipe, toda vez que eles me pedem para fazer uma coisa não preciso pensar duas vezes. Tive pouquíssimos erros de procedimento. Tentaram me sobrecarregar para ver se eu fazia besteira, e no fim das contas foi um trabalho consistente. Isso conta ponto - disse Senna após o treino livre que fez na Hungria.

Os principais adversários de Senna para uma das vagas são, além de Petrov, o francês Romain Grosjean, líder da temporada da GP2 deste ano, e Robert Kubica, que segue se recuperando do acidente sofrido numrali. Heidfeld, que vem decepcionando, é quase carta fora do baralho.

fonte: terra.com.br

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